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A mostrar mensagens de abril, 2018

Na piscina

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                      Viva a hidro!           Na piscina nós entramos faça sol ou esteja frio com touca e fato de banho ao sabor do arrepio. Não queremos  entorpecer em banho apenas de assento  queremos a hidro fazer para dar jus ao movimento.  Na água sempre a saltar com música quase bailando  com as pernas a pedalar  parecemos peixes voando. Ufanos aqui estamos  sem a tal ser obrigados exercício praticamos  na água com muito agrado.                                  Isa Sousa

Lírica galego-portuguesa "Ai flores,ai flores" - D.Dinis

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A poesia trovadoresca floresce em Portugal e na Galiza, em Castela, Leão e Aragão, desde finais do século XII até meados do século XIV. O idioma usado por excelência é o galego-português (dialeto falado na Galiza, a norte de Portugal) Os trovadores mais famosos foram o rei Afonso X de Castela e o rei D. Dinis de Portugal. Nas cantigas de amigo , o trovador expressa, pela boca de uma donzela,  a menina, os sentimentos que supõe que esta sente em relação ao amado – a coita (desgosto) de amor.  Nesta cantiga de amor, a  jovem (a amiga ) interpela as flores se sabem  notícias do amado Face às perguntas que lhe são colocadas, em tom  exaltado, pela rapariga, a Natureza tranquiliza-a relativamente às intenções  do amigo que a menina acredita ter-lhe mentido, faltando à promessa que  lhe fez. Nas últimas estrofes as flores respondem que o amado virá e  cumprirá o prometido       Ai flores do verde ...

Sorrir

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.-B. Greuze. Head of Smiling Girl. Ca. 1765. Abertina, Wien. Sorrir é um sol de Abril numa boca florida   Sorrir   é uma bandeira aberta passando na avenida. Sorrir   é luz que ilumina na noite escurecida.  S orrir   é uma mão que se dá   na dureza da vida                 Isa Sousa

Coisas de cães

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   Coisas de cães Dois cães passavam na mesma rua, quando se encontraram frente a frente. Cheiraram-se, marcando território no mesmo pneu. Num rosnar que se elevou, parecendo um trovão, disseram um ao outro: -Desaparece! Esta rua é minha!   -Não tiro as patas daqui! - Manda aqui quem marcar este pneu!   -Tens pouca sorte, já o marquei. - Também eu! Seguiu-se um silêncio tenebroso.  Enfrentaram-se, estáticos, durante algum tempo. Subitamente, por razões vedadas ao entendimento  dos ho mens , tranquilamente partiram   em direcções opostas.                                                                                            Isa Sousa

Amanhecer

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                                                                                                                                           I.S.                "   Com cada criança nasce a promessa de um novo mundo"                                                                                                               ...

Nicolau Tolentino de Almeida

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Nicolau Tolentino Sátira aos Penteados Altos Chaves na mão, melena desgrenhada, Batendo o pé na casa, a mãe ordena Que o furtado colchão, fofo e de pena, A filha o ponha ali ou a criada. A filha, moça esbelta e aperaltada, Lhe diz coa doce voz que o ar serena: - «Sumiu-se-lhe um colchão? É forte pena; Olhe não fique a casa arruinada...» - «Tu respondes assim? Tu zombas disto? Tu cuidas que, por ter pai embarcado, Já a mãe não tem mãos?» E, dizendo isto, Arremete-lhe à cara e ao penteado. Eis senão quando (caso nunca visto!) Sai-lhe o colchão de dentro do toucado!... Nicolau Tolentino, in 'Antologia Poética'  

Gonçalves Dias

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SÉRGIO BRITTO | CANÇÃO DO EXÍLIO (PURABOSSANOVA) O poema de Gonçalves Dias , Canção do exílio  foi escrito durante o Romantismo (1836-1881), é um dos mais representativos da primeira geração do romantismo brasileiro, período marcado pela temática nacionalista, indianista (figura indígena) e religiosa. A preocupação central dos autores era a definição da identidade nacional brasileira tempos após a Independência do Brasil (1822) Suas paixões são reveladas muitas vezes em um tom ingénuo e melancólico, Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. Nosso céu tem mais estrelas, Nossas várzeas têm mais flores, Nossos bosques têm mais vida, Nossa vida mais amores. Em cismar, sozinho, à noite, Mais prazer encontro eu lá; Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá. Minha terra tem primores, Que tais não encontro eu cá; Em cismar — sozinho, à noite — Mais prazer encontro eu lá; Minha...

Barca Bela-Almeida Garrett

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Maravilhosa interpretação de Teresa Silva Carvalho Pescador da barca bela     Pescador da barca bela,  Onde vás pescar com ela  Que é tão bela,  Ó pescador! Não vês que a última estrela No céu nublado se vela? Colhe a vela, Ó pescador Deita o lanço com cautela, Que a sereia canta bela. Mas cautela, Ó pescador!   Não se enrede a rede nela, Que perdido é remo e vela  Só de vê-la,  Ó pescador. Pescador da barca bela, Inda é tempo, foge dela  Foge dela, Ó pescador!   Almeida Garrett Este poema é uma metáfora dos perigos que o ser humano corre ao longo da vida. Pode, também, ser interpretado como o símbolo do amor romântico em que a mulher aparece como anjo ou demónio ,mas sempre um ser superior a que o homem se submete

Ri

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pinterest Entre o sonho do pássaro e o cair da pedra, escolhe. Perante o trágico, só nos resta rir. Ri, ri, ri... E mesmo que não saibas rir,   sorri apenas . É no riso do homem que as aves voam e a liberdade se escreve.                                                                               Isa Sousa                                                                                                                              ...